O

Observação

Olhar interessado que busca registros relevantes das ações e atitudes de professores, aprendizes e terceiros agentes para interpretá-las como qualidades específicas dos processos de aprender/adquirir e ensinar línguas tanto para a formação reflexiva nos papéis de agentes dos processos quanto para a pesquisa aplicada. Os registros feitos da observação cuidadosa e ética contam com uma variedade de procedimentos e recursos.

V. tb.: Registros de Observação, Procedimentos de Observação, Recursos para Observação.

OGEL

Sigla para Operação Global de Ensino de Línguas.

Operação Global de Ensino de Língua(S)

A grande operação de ensino de uma língua (materna, segunda ou estrangeira) representada pelos planos das ideias e das ações da materialidade do ensinar e do aprender. O plano das ideias prevê uma abordagem vigente e o plano das ações se inicia com o concurso das competências de um professor ou aprendiz de língua que possam oferecer materialidade nos planejamentos de cursos e unidades, na escolha ou produção de materiais, no método que produz experiências com e na língua-alvo, além das formas de controle ou avaliação do que se aprende e ensina.

V. tb.: Abordagem Vigente, Materialidade da Aprendizagem.

Oralidade

Condição primária de uso fônico (não grafado) de língua articulado na interação entre humanos que deu origem a uma cultura oral dependente de uma compreensão do que se diz e de uma produção coerente no fluxo discursivo. Característica de cursos de línguas centrados na coordenação das habilidades oral da compreensão de linguagem e da fala em unidades de ação linguageira comunicativa.

V. tb.: Letramento, Lecto-Escritura.