C

Capacidade

Possibilidade de poder agir ou de ser hábil para interagir numa dada língua segundo uma base instalada de conhecimentos.

V.tb.: Habilidade, Competências, Atitude, Base de Conhecimentos.

Choque Cultural

Consequência impactante da ansiedade de alguém pelo contato com uma nova língua-cultura ao submeter sua visão de mundo e seus sistemas de pensar, agir e sentir a uma nova ordem na língua-cultura dita materna, além do sentimento de perda e confusão resultantes do deslocamento de informações culturais e regras sociais a que se estava previamente acostumado. O choque pode variar desde uma irritabilidade amena que turva o prazer de circular num meio culturalmente distinto até pânico psicológico e crises profundas que clamam pela retirada do novo ambiente.

V. tb.: Distorções da Percepção Sociocultural.

Cognitivismo

Corrente teórica de aquisição de novas línguas cujo objeto de estudo é o armazenamento orgânico, o processamento e a interpretação de dados ou informações na memória, sendo o significado mais relevante do que a forma, e que considera a experiência como força motriz para a aquisição de novos conhecimentos. Na sua versão primeira, que equiparava a mente humana a um computador, partia-se da premissa de que mente e cérebro funcionavam como software e hardware respectivamente, mas esta concepção tem sido substituída por outras menos modulares. O modelo construtivista de ensino e aprendizagem tem como base o cognitivismo, cujos postulados também estão presentes na constituição da abordagem comunicativa de ensino de línguas, abarcando suas principais vertentes: (a) as estruturas cognitivas na construção e aquisição de conhecimento (Construtivismo), (b) o aprendiz e os fatores externos no processo de aprendizagem (Interacionismo) e, (c) o conhecimento a partir das experiências do aprendiz (Aprendizagem Significativa).

V.tb.: Memória, Memória de trabalho, Percepção Consciente e Atenta da Forma (noticing), Metalinguagem, Aquisição de Língua, Aprendizagem de Língua.

Competência

Capacidade de uso apropriado de língua ou de ação profissional no ensino e aprendizagem de idiomas a partir de uma base de conhecimentos e atravessada por atitudes mantidas pelo sujeito.

V.tb.: Competências de Professores, Competências de Aprendentes, Competências de terceiros.

Competência Acadêmica do Aprendiz

Tipo de competência meta do aprendiz que lhe permite avaliar as outras competências de aprendizagem e aquisição de uma nova língua através da reflexão e análise do processo produzido.

V.tb.: Aluno Des-Envolvido, Agentes Primeiros e Segundos, Cultura de Aprender.

Competência Aplicada

Atitudes próprias e capacidade de ações inovadoras no próprio ensinar ou aprender de línguas resultante da integração orgânica da teoria formalizada, frequentemente externa, com teoria informal implícita interna de professores e alunos de línguas ou ainda de terceiros interessados. Aplicações são uma forma mais tosca de competência aplicada resultante do esforço por aplicar teoria desejada aprendida com recência pelo professor ou aprendente de língua(s).

V. tb.: Competência, Atitude.

Competência Comunicacional

O mesmo que Competência Comunicativa.

Competência Comunicativa

Capacidade de mobilizar e articular conhecimentos de língua e de comunicação sob certas atitudes em interação com o propósito de se situar socialmente numa língua (Materna, Segunda ou Estrangeira). O mesmo que Competência Comunicacional.

V. tb.: Aquisição de Língua, Arcabouço, Competência Linguístico-Comunicativa do Aprendiz, Competência Linguístico-Comunicativa do Professor.

Competência de Terceiros

Base de conhecimentos e possível capacidade de ação consoante, geralmente constituída de crenças, no caso de terceiros leigos não vinculados à área de ensino de línguas por formação específica, marcada por atitudes que permitem opiniões e ações concernentes a aspectos ou situações de ensino e aprendizagem de línguas.

V. tb.: Agentes Terceiros, Cultura de Aprender, Cultura de Ensinar, Modelo das Competências.

Competência Explicitadora do Aprendiz

Correspondendo à competência teórica do professor, esta competência de saber, de ter consciência meta sobre o processo de aprendizagem de línguas numa perspectiva de atitudes próprias e de saber dizê-lo em termos não-técnicos necessita de instrução específica baseada na teoria formal sobre o ensino e a aprendizagem de línguas.

V. tb.: Competência Acadêmica do Aprendiz, Cultura de Aprender, Estranhamento, Interação.

Competência Implícita do Aprendiz

Modo de aprender língua(s) espontâneo do aluno/aluna aprendiz presidido por atitudes discerníveis ao analista ou especialista. Os conhecimentos que dão sustentação a essa competência são os de natureza informal como as memórias de aprendizagem, as intuições e sacadas, as crenças de variada consistência. Ao agir para aprender, os aprendentes comumente empregam estratégias variadas com ou sem consciência delas. As estratégias metacognitivas marcadas por consciência sobre o processo são tidas como decisivas para a melhoria do processo produzido pelos alunos.

V. tb.: Crenças, Intuição, Atitude, Estratégia, Competência Acadêmica do Aprendiz.

Competência Implícita do Professor

Capacidade de ação a partir de conhecimentos de natureza informal e de certas atitudes tanto por parte do professor. Essa competência espontânea tem como base conhecimentos adquiridos na prática vivenciada de ensinar e de aprender línguas ao longo da vida. A competência implícita se serve de um contínuo de teorias informais que vai das intuições e sacadas, passando por conjeturas e memórias até chegar às crenças como categoria mais central e abundante.

V. tb.: Crenças, Cultura de Ensinar, Estratégia, Competência Implícita do Aprendiz, Competências do Professor.

Competência Inovada do Aprendiz

Constitui-se na transformação da competência espontânea implícita em capacidade de inovação na condução do processo de aprender uma nova língua apoiada por atitudes fortalecedoras desse esforço renovador.

V. tb.: Atitude, Competência Implícita do Aprendiz, Crenças, Modelo das Competências.

Competência Inovada do Aprendiz

Constitui-se na transformação da competência espontânea implícita em capacidade de inovação na condução do processo de aprender uma nova língua apoiada por atitudes fortalecedoras desse esforço renovador.

V. tb.: Atitude, Competência Implícita do Aprendiz, Crenças, Modelo das Competências.
 

Competência Linguístico-Comunicativa

Capacidade de saber fatos de um idioma (e, ás vezes, de referir-se a eles em termos próprios) e de poder agir (desempenhar-se) comunicativamente através dessa língua em uso.

V.tb.: Uso Comunicativo.

Competência Linguístico-Comunicativa do Aprendiz

Capacidade de interação do aprendente numa (nova) língua sob a influência de certas atitudes e materializada por um conjunto de habilidades que colaboram para o uso real correto e adequado da língua. Esta competência se revela frequentemente por meio de uma estimativa de proficiência avaliada ou apenas aferida em índices ou faixas. Um indicador físico de proficiência, e de competência linguístico-comunicativa antes dela, é a fluência.

V. tb.: Proficiência, Fluência, Avaliação de Proficiência, Modelo das Competências.

Competência Linguístico-Comunicativa do Professor

Capacidade de interação social propositada numa (nova) língua presidida por dadas atitudes e materializada por um conjunto de habilidades que colaboram para o uso real correto e adequado da língua. Esta competência se revela frequentemente por meio de uma estimativa de proficiência avaliada ou apenas aferida em índices ou faixas. Um indicador físico de proficiência, e de competência linguístico-comunicativa antes dela, é a fluência.

V. tb.: Competências do Professor, Competência Linguístico-Comunicativa do Aprendiz, Proficiência,Fluência.

Competência Profissional

Posições atitudinais e capacidade complexa e macrofuncional de reconhecer o valor de ser um professor profissional de língua(s), de examinar-se quanto ao nível de desenvolvimento de cada competência num dado momento, de buscar participação em agremiações de professores e em eventos por ela promovidos, de apoiar a busca de excelência por outros colegas profissionais e, principalmente, de refletir contínua, sistemática e criticamente (por meio de critérios) sobre o trabalho de ensinar línguas em suas múltiplas dimensões.

V. tb.: Abordagem Reflexiva, Área de Aquisição/Aprendizagem e Ensino de Línguas, Competências do Professor, Competência Implícita do Professor, Atitude.

Competência Teórica

Capacidade de articular o conhecimento específico formalizado sobre os processos certas interconexões de aprendizagem e de ensino de línguas em contextos variados e marcada por atitudes sobre esse conhecimento.

V. tb.: Competência Profissional, Teoria com "T" Maiúsculo, Teoria com "T" Minúsculo, Consciência‎, Competência Implícita do Aprendiz, Competência Implícita do Professor, Competência Inovada do Aprendiz.

Competências de Professores e Aprendizes

Capacidades distintas, cinco ao todo, da ação de ensinar língua apoiada em conhecimentos ou conceitos (incluindo-se as crenças) e atravessada por atitudes. Para a ação de ensinar, o professor necessita minimamente das competências linguístico-comunicativa e implícita. A primeira lhe permitirá ensinar o que sabe sobre a língua em questão e envolver os alunos numa teia de linguagem na língua-alvo. A segunda, a implícita, lhe facultará agir espontaneamente para ensinar através de procedimentos tidos como apropriados por tradição, mas que não necessariamente se reconhecem ou se explicam. O professor necessita de competência aplicada, ou seja, aquela que o capacita a ensinar de acordo com o que sabe conscientemente (e sabe articular na linguagem) permitindo a ele explicar com plausibilidade porque ensina da maneira como ensina e porque obtém os resultados que obtém. Precisa, por fim, desenvolver uma competência profissional capaz de fazê-lo (re)conhecer seus deveres e direitos, o seu potencial e capacidades atuais de desempenho, a sua importância social no exercício do magistério na área de ensino de línguas e os canais de formação disponíveis em cursos e associações, por exemplo.

V. tb.: Competência Profissional, Competência Linguístico-Comunicativa do Professor, Competência Implícita do Professor, Competência Aplicada, Competência Teórica.

Comunicação

Comunicação é o ato multifuncional, multimodal e multicanal contínuo de tecer sentidos através da interação social com a finalidade de, entre outras coisas, informar, indagar , apresentar-se ou apresentar pessoas, de mostrar ou construir identidades, de manifestar poder, de estabelecer bases de acordos, de conhecer e representar o mundo. Através da comunicação pode-se aprender (adquirir) melhor uma nova língua.

V. tb.: Aquisição de Língua, Concepção de Aprendizagem, Competência Comunicativa.

Concepção de Aprendizagem

Conceito ou visão do processo de aprendizagem de uma (nova) língua por parte dos agentes que se constitui, juntamente com as concepções de língua e de ensinar língua, numa filosofia de ensino-aprendizagem ou filosofia de trabalho para aprender ou ensinar idiomas. Uma concepção de aprendizagem de língua se compõe com os conceitos de concepção de ensino e concepção de língua-linguagem para marcar uma abordagem.

V. tb.: Cultura de Aprender, Cultura de Ensinar, Abordagem

Confiabilidade

Capacidade do aprendiz ou professor em realizar e manter uma abordagem em execução/funcionamento desde as circunstâncias de rotina, bem como em circunstâncias hostis e inesperadas ou de improviso. Também conhecida como fiabilidade é uma teoria epistemológica na qual o ato de justificar/inferir é constituído por inúmeros processos formadores de crenças de um aprendiz ou professor. Quanto mais as crenças adquirem teor de verdade, mais chances de se tornarem crenças verdadeiras ou “confiáveis”.

V. Tb.: Crenças, Atitude.

Configuração Formativa

Qualidades de teorização, atitudes e habilidade prática de atuação profissional resultantes das condições de formação do professor em seus diversos momentos (fases pré-serviço e em-serviço) bem como de suas experiências enquanto aprendiz de língua.

V. tb.: Formação de Professores de Línguas, Formação Inicial de Professores, Formação Continuada de Professores, Cultura de Ensinar, Cultura de Avaliar, Competências do Professor.

Conhecimento Declarativo

Reserva de referências acessáveis da memória sobre fatos, personagens e relações, em parte explicitáveis, aos quais o aprendente pode recorrer de maneira consciente articulando de algum modo o que sabe. A aquisição de uma nova língua é menos dependente desse conhecimento declarativo sobre a língua-alvo e as culturas às quais está atrelada, mas para o aprendente se tornar adquirente usuário da língua-alvo, ele precisa principalmente de um conhecimento procedimental que lhe permita comunicar-se ou desempenhar-se na nova língua de maneira adequada.

V. tb.: Competência Explicitadora, Competência Teórica, Conhecimento Procedimental

Conhecimento Procedimental

Capacidade, geralmente implícita, não articulável, de uso adequado de um certo conhecimento da língua-alvo, sob atitudes favorecedoras, em situações comunicativas nas quais o adquirente se engaja com interlocutores.

V. tb.: Conhecimento Declarativo, Competência Comunicativa, Envolvimento do Aluno Adquiridor

Conhecimentos

O mesmo que Base de Conhecimentos.

Consciência

Estado de vigília ou de percepção que sobrevém à mente indicando que sabemos ou compreendemos algo de determinada maneira. A consciência pode integrar percepções anteriores esparsas e aparentemente desconexas e servir como filtro para novas ideias e ações posteriores assim como para renovada interação com a realidade. Faculdade de dar-se conta de algo que se manifesta em cada pessoa em diferentes graus e que contribui para a independência e o controle sobre os próprios processos de ensino e aprendizagem e/ou aquisição de língua(s) dentro ou fora da sala de aula.

V. tb.: Reflexão, Reflexividade, Abordagem reflexiva, Competência Profissional, Competência Acadêmica do Aprendiz.

Consciência Metalinguística

Conhecimento disponível e articulável do professor e do aprendiz de línguas que lhes permite reconhecer, descrever e nomear com jargão próprio os componentes regrados e o seu funcionamento numa língua-alvo.

V. tb.: Sub-Subcompetência Metalinguística, Competência Explicitadora do Aprendiz.

Contexto de Aquisição

Conjunto de circunstâncias em que ocorre a aquisição de língua materna, estrangeira ou segunda. Fazem parte desse conjunto de limitantes circunstanciais o lugar da aquisição, o tempo de vida em que ela ocorre para os agentes, a qualidade do insumo obtida, a cultura de quem ensina e de quem adquire ou aprende. A configuração dos fatores contextuais influencia a taxa de aquisição e o produto final da competência adquirida.

V. tb.: Aquisição de Língua, Aculturação, Filtro Afetivo, Base Sociocultural.

Correção de Erros

Ação de apontar e consertar desvios da norma de uma língua em processo de aquisição através de procedimentos variados.

V.tb.: Análise Contrastiva, Análise de Interlíngua, Tratamento de Erros.

Crenças

Uma categoria importante da competência implícita ou espontânea de professores e aprendentes de línguas constituída de teorias informais pessoais, baseadas na experiência de cada indivíduo, que influenciam a maneira pela qual ele/ela age e se orienta no processo de ensinar e de aprender língua(s). Uma crença é uma adesão a uma ideia tida como verdadeira ou válida. Essa adesão pode ser tênue como nas intuições momentâneas, sacadas e conjeturas, mais estável como nas crenças propriamente ditas, forte como nas convicções e até fé.

V. tb.: Competência Implícita, Pressupostos, Intuição.

Crenças Duradouras

Conhecimentos e capacidade de ação informais endossados pelo professor, aprendiz ou terceiro agente de língua que se enraizaram na mente desses agentes como base informal de compostos ou feixes de crenças estáveis, geralmente denominadas convicções que, junto às memórias guardadas a respeito do processo antes vivido e às atitudes geradas no indivíduo, subjazem à abordagem e competências de ensinar de professores e de aprender uma nova língua por parte dos aprendizes. A radicalização de uma crença duradoura pode culminar na cristalização de fé inquestionada num dado aspecto dos processos de aprender e ensinar uma nova língua que não auxilia na reflexão formadora.

V. tb.: Teoria com ‘t’ Minúsculo, Abordagem Vigente, Crenças Momentâneas.

Crenças Momentâneas

Conhecimentos de base informal, fugazes em sua manifestação, e de variada consistência como intuições, sacadas e conjecturas, que orientam o professor, o terceiro agente e o aprendente na escolha geralmente subconsciente de estratégias de ensino e aprendizagem de línguas.

V. tb.: Teoria com ‘t’ Minúsculo, Competência Implícita do Aprendiz, Competência Implícita do Professor.

Crioulo

Uma nova língua, híbrida de uma língua autóctone com outra externa e geralmente hegemônica que se aproximam por razões religiosas, de comércio ou conquista. Depois de um código simplificado num primeiro momento após o encontro ter se instalado, o pidgin evolui em gerações posteriores de falantes para uma língua crioula regular que pode se tornar uma língua de prestígio ou língua nacional (o holandês, o africâner e o indonésio, por exemplo) ou permanecer língua de comunicação ampla ou língua franca, mas sem prestígio suficiente para se estabelecer como língua grafada nacional plena (os crioulos cabo-verdiano e guineense, por exemplo).

V. tb.: Pidgin.

Cultura

É o sistema de referências que dá sentido e organiza o modo de pensar, agir e interagir de um grupo social que ao mesmo tempo o constrói e vive orientado por esses preceitos. A cultura é vivida e melhor expressa em comunicação, nomeando, categorizando e qualificando a realidade. No processo de aprendizagem e ensino de línguas, a cultura-alvo emerge de forma natural e/ou induzida quando vivenciada por parte de professores e alunos, podendo ou não ser tratada explicitamente.

V. tb.: Língua, Comunicação, Competência Comunicativa, Aculturação, Distorção da Percepção Sociocultural.

Cultura de Aprender

Modos preferenciais de aprender uma (nova) língua tidos como normais por um grupo social (afro-descendentes, comunidade indígena do Xingu, adolescentes urbanos de periferia, entre muitos outros) ou recorte social (faixa etária de adolescentes, idosos, crianças aprendizes do Centro-Oeste brasileiro, por exemplo) que evoluem com o tempo na forma de tradições muitas vezes tácitas ou subconscientes.

V. tb.: Cultura de Ensinar, Crenças, Competência Implícita do Aprendiz, Aluno Des-Envolvido.

Cultura de Avaliar

Conjunto de intuições, mitos, memórias, crenças e até pressupostos (pré-)teóricos, todos socialmente construídos, acompanhados de atitudes, "formulados" ao longo dos anos a partir de nossas experiências de aprender e de ensinar línguas, muitas vezes superadas e sem reflexão, que acabam por determinar, na maioria das vezes, de forma subconsciente, os rumos de nossa prática avaliativa.

V. tb.: Avaliação.

Cultura de Ensinar

Maneiras preferenciais espontâneas, socialmente construídas, de o professor pensar e conduzir o processo de ensino de uma língua que podem ser reconhecidas como pertencentes a um extrato da população definido por faixa etária, gênero, região do país, classe social, grupo religioso e etnia.

V. tb.: Cultura de Aprender, Crenças, Ensinar Naturalizado e Concepção de Aprendizagem.